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Triagem do Câncer de Estômago: Quais Exames Realizar e Quais Grupos de Risco Devem Ser Priorizados, Conforme a OMS? (Em português: Quais são os métodos de triagem e as populações-alvo indicadas pela Organização Mundial da Saúde para o câncer gástrico?)

2026-03-06  fonte:CaminhoVita Saúde    

IntroduçãoTriagem do Câncer de Estômago: Quais Exames Realizar e Quais Grupos de Risco Devem Ser Priorizados, Conforme a OMS?O câncer de estômago, também conhec......

Triagem do Câncer de Estômago: Quais Exames Realizar e Quais Grupos de Risco Devem Ser Priorizados, Conforme a OMS?

O câncer de estômago, também conhecido como câncer gástrico, é uma das principais causas de mortalidade por neoplasias no mundo, especialmente em países em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa doença é responsável por mais de 1 milhão de novos casos anualmente, com altas taxas de letalidade quando diagnosticada em estágios avançados. Diante disso, a triagem precoce e a identificação de grupos de risco são estratégias fundamentais para reduzir a incidência e melhorar os desfechos clínicos. Este trabalho abordará os métodos de triagem recomendados pela OMS e pelo Ministério da Saúde do Brasil, além de destacar as populações que devem ser priorizadas nesse processo.

Métodos de Triagem Recomendados

A OMS e outras instituições de saúde destacam a importância de exames eficazes para a detecção precoce do câncer gástrico. Entre os principais métodos estão:

  1. Endoscopia Digestiva Alta (EDA) com Biópsia
  2. Considerado o padrão-ouro para diagnóstico, a endoscopia permite visualizar diretamente a mucosa gástrica e coletar amostras para análise histológica.
  3. Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, a EDA é indicada para pacientes sintomáticos (como dor abdominal persistente, perda de peso inexplicada ou disfagia) e para grupos de alto risco.

  4. Teste Sorológico para Helicobacter pylori

  5. A infecção por H. pylori é um dos principais fatores de risco para o câncer gástrico. A OMS recomenda a testagem em regiões com alta prevalência da bactéria, seguida de tratamento para erradicação quando necessário.

  6. Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSOF)

  7. Embora mais associado ao câncer colorretal, esse exame pode auxiliar na identificação de sangramentos gastrointestinais suspeitos, especialmente em populações sem acesso imediato à endoscopia.

  8. Marcadores Tumorais (ex.: CA 19-9 e CEA)

  9. Embora não sejam utilizados como método isolado de triagem, esses biomarcadores podem complementar a investigação em casos suspeitos.

A OMS ressalta que a endoscopia periódica é a estratégia mais eficaz em regiões de alta incidência, como o leste da Ásia e partes da América Latina, incluindo o Brasil.

Populações de Alto Risco Prioritárias

A identificação de grupos vulneráveis é essencial para direcionar recursos de forma eficiente. Conforme as diretrizes da OMS e do Ministério da Saúde, os seguintes grupos devem ser priorizados:

  1. Pacientes com Infecção por Helicobacter pylori
  2. Estima-se que essa bactéria seja responsável por até 80% dos casos de câncer gástrico. Indivíduos com gastrite crônica ou úlcera péptica devem ser rastreados e tratados.

  3. Histórico Familiar de Câncer Gástrico

  4. Pessoas com parentes de primeiro grau diagnosticados têm 2 a 3 vezes mais risco de desenvolver a doença.

  5. Indivíduos com Lesões Pré-Cancerosas

  6. Condições como metaplasia intestinal, atrofia gástrica e pólipos adenomatosos exigem acompanhamento endoscópico regular.

  7. Populações com Dieta Rica em Alimentos Defumados e Salgados

  8. O consumo excessivo de nitratos, presentes em carnes processadas e conservas, está associado a maior risco.

  9. Fumantes e Consumidores de Álcool em Excesso

  10. Esses hábitos aumentam significativamente a probabilidade de neoplasias gastrointestinais.

  11. Homens Acima dos 50 Anos

  12. A incidência do câncer gástrico é maior em homens e aumenta progressivamente com a idade.

Recomendações para Intervenção no Estilo de Vida

Além da triagem, a prevenção primária desempenha um papel crucial. A OMS e o Ministério da Saúde recomendam

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